Integrações
O iPhone pareado
Em Configurações → Companion. O app do telefone chama-se Canvas Companion, e faz parte do plano Team.
Parear
- Parear um iPhone: abre a janela do convite. Ela traz um QR, para a câmera do telefone, e o mesmo convite escrito num código de 6 caracteres, para ditar.
- Copiar código: põe o código na área de transferência.
- O convite vale 5 minutos e uma vez só, e morre quando você fecha essa janela. Um relógio na tela conta o tempo restante.
- Gerar outro convite: substitui o convite expirado. Ele não é gerado sozinho.
- Quando o telefone entra, a janela troca o QR pelo nome do aparelho.
Se você pareou digitando o código em vez de ler o QR, confira os caracteres de Este Mac com os que aparecem no telefone. É essa comparação que prova que a chave guardada lá é a deste computador.
A lista de aparelhos
Cada linha traz o nome do aparelho, quando ele foi pareado, quando falou com este Mac pela última vez e a impressão da chave dele.
- ainda não falou com este Mac: substitui a data de uso enquanto o telefone não se apresentou.
- chave trocada em <data>: aparece quando as chaves daquele aparelho mudaram. Reinstalar o app do telefone e alguém tomar a conta chegam aqui do mesmo jeito.
- Revogar: este Mac para de aceitar aquele aparelho na hora, sem diálogo de confirmação. Para voltar, é preciso parear de novo, com o Mac na frente.
- Este Mac: mostra o nome desta máquina e a impressão da chave dela. Trocar de Mac exige parear os telefones outra vez.
Sem nenhum aparelho pareado, nada de fora fala com este Mac.
O que dá para fazer do telefone
- Ver os projetos e os agentes de cada um, com o estado de agora, o último pedido que você fez e os arquivos que cada um escreveu.
- Ler a conversa de um agente, mensagem a mensagem.
- Abrir um arquivo que o agente escreveu.
- Ver o que mudou na pasta em que o agente trabalha.
- Responder a pergunta que parou um agente, escolhendo entre as opções ou escrevendo outra resposta.
- Mandar trabalho a um agente. O envio normal passa pela fila do app: ele acorda o agente que está dormindo, espera uma permissão aberta, e ainda dá para cancelar antes de sair. O envio direto escreve no terminal na hora, e o telefone pede um gesto a mais para usá-lo.
- Interromper quem está no meio de algo, e dispensar quem já acabou.
- Abrir um projeto e trocar o projeto em foco aqui no Mac.
- Chamar um agente novo, e criar uma área de trabalho.
- Falar com a Nina, que responde com o que sabe deste canvas.
Um pedido de ação repetido não executa duas vezes: tocar em "tentar de novo" devolve o resultado do primeiro.
Quando o telefone avisa
O telefone toca a campainha em três casos: um agente parou para perguntar (o aviso traz o enunciado da pergunta), um agente terminou e um agente caiu. O estado de rotina viaja para a tela sem tocar a campainha.
Os limites
- O arquivo tem de estar na pasta em que aquele agente trabalha. Nada fora dela é alcançável, e um arquivo grande chega cortado, com o aviso de que foi cortado.
- A lista do que o agente escreveu vem das ferramentas de escrita da CLI. Um arquivo criado por um comando de terminal não entra nela.
- O Mac precisa estar acordado. Com ele dormindo, o telefone recebe uma resposta dizendo que o Mac não está pronto.
- Cada comando que chega passa pela licença e pela chave do aparelho antes de virar ação, e o que apaga trabalho pede confirmação no próprio telefone.