Release 1.45.4
O teste que nenhum exemplo faz
Exemplo de design é fácil: três cartões, um botão, tudo cabe. O que não cabe é um produto inteiro, com 61 telas e mais de quatro mil elementos, desenhado por outra ferramenta e trazido para cá.
Foi isso que aconteceu, e a lista de coisas que quebraram no caminho virou esta versão.
O que os agentes passam a desenhar
Vidro fosco. Peça um cartão translúcido sobre uma foto e o que passa por baixo dele desfoca de verdade, como nas telas que você conhece do iOS. A sombra continua lá, junto, coisa que antes não dava para ter.
Foto como fundo. Uma imagem pode ser o fundo de um bloco que continua organizando o que está por cima. Aquele cabeçalho com foto, botões no topo e o nome no rodapé deixou de ser três peças soltas e virou uma coisa só, que continua se ajustando quando você muda o conteúdo.
Elementos que flutuam. Uma barra fixa no rodapé, um botão que acompanha a rolagem, um selo no canto do avatar. Coisas que todo aplicativo tem, e que antes obrigavam a desmontar o alinhamento da tela inteira para caber.
Telas que crescem. Uma tela pode terminar onde o conteúdo dela termina, em vez de você adivinhar a altura antes de escrever o texto.
E três coisas que estavam erradas
Pedir um ícone colorido fazia ele sumir. Sem erro, sem aviso: o desenho simplesmente não aparecia, e ninguém sabia por quê. Agora pinta, inclusive em degradê.
Pedir uma fonte que ainda não estava no arquivo derrubava o texto numa fonte com serifa que destoava de tudo. Era pior do que não pedir fonte nenhuma.
E quando o agente ia conferir o que acabou de desenhar, a foto de uma tela saía esbranquiçada em arquivos grandes, às vezes mostrando a tela vizinha. Ele então corrigia o que não estava errado.
Por baixo
O app também deixou de travar no arranque quando o sistema resolvia pedir autorização para acessar o chaveiro. Era uma tela preta sem explicação, e agora a pergunta aparece com o app já de pé.