Release 1.44.0
Os agentes agora desenham — e você vê acontecer. O canvas ganhou uma superfície de design: peça telas, variações e mockups aos seus agentes e veja os artboards nascerem soltos no canvas, ao vivo, com layout de verdade, cores por token e o zoom de sempre. O design vira um arquivo no seu projeto, versionado com o resto do código, e abre pelo ⌘K como qualquer painel ("Design").
Você aponta, eles desenham — com nome e sobrenome. Selecione um elemento (ou lace vários) e uma caixinha nasce ali: digite o pedido e ele viaja ao agente com a imagem do trecho e os endereços exatos — "deixa esse botão maior" nunca mais precisa de explicação. Cada agente e subagente trabalha com um ponteiro próprio na tela, com o nome dele, e cada elemento surge quando o ponteiro chega — o design se constrói aos seus olhos, elemento a elemento, mesmo com vários trabalhando ao mesmo tempo. E o navegador de design (⌘⇧D, ou o pincel no rodapé) mostra os designs em cena com os artboards de cada um — clique num artboard e a câmera viaja até ele; dali também se cria um design novo, se traz um do projeto e se fecha um da tela.
Arraste um artboard até um agente. Puxe a tela para fora da superfície de design e ela vira um cartão nas suas mãos, atravessando o canvas com o cursor — solte em cima de um agente e ele recebe o artboard citado, com a imagem e o endereço exato, pronto para ouvir o pedido. Solte no vazio e nada acontece: o design fica como estava.
Todo design nasce com direção. Criar um design novo abre uma janela de direção de arte: escreva o pedido e, se quiser, escolha o estilo (editorial, suíço, luxo, terminal e mais), os níveis de ousadia e densidade, tema, alvo, cor-semente e tipografia — ou não escolha nada, que os agentes decidem e declaram a escolha. A direção fica gravada dentro do arquivo e vira lei para todo agente que o tocar; um lápis no navegador de design (e no rótulo do design) reabre a janela para ajustar o rumo quando você quiser.
Os agentes escolhem a fonte certa — e a trazem. Um design que pede identidade tipográfica não fica mais preso às fontes do sistema: o agente decide, baixa a família do Google Fonts, e ela viaja dentro do arquivo do design — offline dali em diante, idêntica em qualquer máquina. E fonte que não existe deixou de falhar em silêncio: o agente é avisado na hora, em vez de o texto cair numa serifa qualquer sem ninguém perceber.
A caixinha de apontamento fala por verbos. Selecione um trecho do design e toque num dos verbos de direção — "mais ousado", "polir", "variar", "mais leve" — que a palavra vira instrução completa de direção de arte para o agente: polir não redesenha, variar troca o esqueleto, ousado quebra a simetria sem trair o estilo.
Os designs giram, tracejam, brilham e esfumaçam. O vocabulário visual dos agentes cresceu: rotação em qualquer elemento, contornos tracejados, brilho que segue as letras, desfoque para névoas e atmosferas, furos de verdade nas formas e o alinhamento vertical do texto — o suficiente para um neon retrô ou um terminal de fósforo sem gambiarra nenhuma.
Dois mil ícones prontos nos designs. Os agentes agora desenham com a biblioteca Lucide embutida — basta o nome do ícone, sem montar vetor à mão — e o ícone escolhido viaja dentro do arquivo do design, como tudo o mais: o mesmo desenho em qualquer máquina, sem internet.
O ditado longo parou de trocar de língua no meio. Quem dita em português (ou inglês, ou espanhol) por mais de 15 segundos podia receber pedaços da frase transcritos em outra língua — "se eu puder" virava "if I puddle". Agora cada trecho da fala é ancorado no idioma do ditado antes de ser transcrito, e o texto sai inteiro na língua em que você falou.
Agora você edita o arquivo ali mesmo onde lê. O visualizador de arquivos ganhou um lápis: viu um typo no plano que o agente escreveu, um valor errado num config? Clique, corrija, salve com ⌘S — sem sair do canvas. Tem desfazer (⌘Z), reverter ao salvo, e a edição volta para a mesma linha em que a leitura estava.
O arquivo aberto ficou vivo. Se um agente reescreve o arquivo que você está lendo, o painel se atualiza sozinho — antes ele mostrava para sempre a versão de quando foi aberto. E se alguém mexer no arquivo enquanto você edita, nada é sobrescrito em silêncio: o painel avisa quem mexeu e deixa a escolha com você.